Guildas
Guilda aqui é um livro que alguém carimba. Quase tudo se faz numa caixa de texto, e não por comando digitado.
Funda-se com o Guild Master
Ele atende quem diz fundar. Pede nível, e só isso: não cobra ouro nem exige conta premium. Pergunta o nome da guilda e o título que você quer usar como líder, e está feito.
Se você já é de alguma guilda, ele não funda outra para você.
Posição um é quem manda
Os cargos são numerados, e número menor manda em número maior: um é o líder, dois é o vice, e dali para baixo vêm os demais. Não é nível de permissão, é lugar na fila. Quem entra cai no cargo mais baixo que existir.
Cada um só mexe em quem está estritamente abaixo dele, e só para cargos abaixo dele. Um vice não promove ninguém até a própria posição, nem mexe em outro vice. O líder mexe em tudo, inclusive na própria cadeira.
A gestão é uma caixa de texto
Não há comando de convidar, expulsar ou promover. Diga cargos ao Guild Master e ele abre o livro inteiro: os cargos numerados, e os membros de cada um embaixo. Lá dentro:
- mover um nome para outro cargo promove ou rebaixa;
- apagar a linha expulsa;
- mover para a posição um entrega a liderança;
- o que estiver entre parênteses é o apelido.
Diga convidados e ele abre a lista de convites: acrescentar um nome convida, apagar cancela. Só líder e vice mexem nela. Quem foi convidado entra dizendo entrar.
Nada é gravado sem a sua confirmação: ele repete o que você mudou, uma coisa de cada vez, antes de carimbar. Passagem de liderança vem destacada.
A lista tem de caber na página do livro
Existe um teto de membros, e ele não é balanceamento: é o tamanho da janela de texto do cliente. Uma lista que não coubesse seria cortada na hora de gravar, e sumir da lista significa ser expulso sem que ninguém tenha pedido. O teto existe para que isso nunca aconteça.
O cofre é da guilda, e nem todos mexem
Fale com a Lola, a banqueira, e diga cofre. Todos os membros veem o saldo e o extrato; só o líder e o vice depositam ou sacam.
Uma coisa a saber: depois de abrir o cofre, as palavras soltas passam a valer para ele, e não para a sua conta. Para voltar à sua, diga minha conta. O saque cai no seu saldo do banco, não vira moeda na mochila.
A sede é da guilda, não sua
Sede se compra com o mesmo corretor de casa, olhando a porta — mas quem assina é quem lidera, e o ouro sai do cofre, não do bolso dele.
O aluguel também sai do cofre, e sai sempre: ouro no bolso do líder não conta. Cofre vazio vira carta de aviso e, depois das cartas, despejo.
Dentro da sede, líder e vice mandam; os demais entram, mas não abrem porta trancada. Quem sai da guilda perde o acesso na hora, e é posto para fora se estiver lá dentro.
E a sede não ocupa a sua vaga de casa: dá para ter a sua casa e a sede da guilda ao mesmo tempo.
Quando o líder some
A guilda não fica sem cabeça: o vice assume; se não houver vice, assume o membro mais antigo. Guilda que fica sem ninguém é dissolvida, e o nome volta a ficar livre.
Isso vale até para o líder que apaga o personagem — a conta é acertada sozinha.
Líder não pode ser expulso. A única saída dele é sair.
Não existe guerra de guilda
Matar alguém de outra guilda é briga comum, com as mesmas marcas e as mesmas consequências de qualquer outra. Não há declaração de guerra, nem imunidade entre membros, nem placar.
Os limites de uma guilda
| cargos | 6 |
| membros | 35 |